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Desmistificando as tecnologias da educação

Desmistificando as tecnologias da educação

É notório que as tecnologias nos colocam em desafio não só de uso. Elas também nos desafiam a pensar a relação com os modos de produção, sendo necessário refletir a respeito de suas motivações, desenvolvimento e consequências. Isso nos leva a afirmar que a tecnologia não se desenvolve com autonomia em relação a forças e fatores sociais. Também não é dissociável do sistema que faz parte e sobre o qual atua. Portanto, ela sofre influência do meio em que está inserida e dos interesses sociais, políticos e econômicos. 

Na área da educação, por exemplo, os aparatos tecnológicos provocam interferências. Dessa maneira, é necessário analisar como isso se dá na rotina produtiva do setor educacional e do público para qual ele é destinado, mas sem perder de vista a razoabilidade. Ou seja, sem pender para o otimismo ou se fechar no pessimismo, afinal as tecnologias seguirão sendo usadas e o melhor a se fazer é tirar proveito disso. 

Caminho sem volta

Foi recentemente que a tecnologia chegou para ficar na educação básica. A pandemia de covid-19 tratou de consolidar essa tendência. Essa foi a principal conclusão da TIC Educação 2021, pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil. É que em 2020, a educação básica precisou incorporar muito do que o mundo corporativo já usava e que os cursos livres, profissionalizantes e de ensino superior faziam uso há um bom tempo. A pandemia intensificou o uso de tecnologias digitais no Brasil, passando de 71% dos domicílios com acesso à internet em 2019 para 83% em 2020, o que corresponde a 61,8 milhões de domicílios com algum tipo de conexão. Isso mostra que houve uma imersão em tecnologias educacionais. As pessoas passaram a usar aparatos que até então jamais haviam pensado em usar. 

O mesmo levantamento realizado no ano anterior mostra que o uso de plataformas para atividades de ensino e aprendizagem nas escolas urbanas cresceu de 22% em 2016 para 66% em 2020. Constata-se, portanto, que uma das áreas em ascensão é a criação de ferramentas que englobam sistemas de gestão e de comunicação, tecnologia para atividades em sala de aula e sistema de análise de dados no ensino. Soluções criadas para facilitar o dia a dia estudantil, a exemplo do ensino híbrido, sala de aula digital, computadores, lousa digital, ambiente virtual de aprendizagem e operacionalização da gestão escolar. A conclusão é que as instituições de ensino precisam adotar esses recursos se desejarem criar um espaço inovador, atrativo e criativo para alunos e professores. 

Novas formas de gestão e aprendizado  

Na F10 acreditamos que o uso de novas tecnologias podem ser um facilitador no processo de aprendizagem e da gestão escolar. Por isso, desenvolvemos soluções que atendem tanto as instituições de ensino quanto quem busca aprendizado, sempre focando na interação humana que a tecnologia exige. 

“Estamos falando de novas gerações que se comunicam no modo digital mesmo que estejam no ensino presencial. São pessoas que precisam de ferramentas online para que se sintam parte da escola quando não estão nela. É uma questão de pertencimento”, alerta Fonseca.  “É preciso compreender a existência do aluno multimídia”, completa. É aí que a ‘indústria’ das edtechs ficam em evidência. Elas auxiliam instituições de ensino a se digitalizar de maneira rápida e com menos custos, aproveitando que o ensino e os recursos de gestão no ambiente digital deixaram de ser algo apenas para uma parcela específica e estão na agenda de todos. 

 

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